domingo, 6 de dezembro de 2009

Cade deve impor restrições à união da Casas Bahia com o Pão de Açúcar

Venda de lojas em regiões de grande concentração de mercado seria a recomendação mais provável, segundo especialistas.

A união de dois gigantes do varejo brasileiro não passará em branco pelos órgãos de fiscalização da concorrência. A compra da Casas Bahia pelo Grupo Pão de Açúcar, anunciada na manhã desta sexta-feira (4/12), criará uma potência nacional do setor de móveis e eletroeletrônicos, com 1.015 lojas e faturamento proforma de 18,5 bilhões de reais em 2008. O Pão de Açúcar tem, agora, 15 dias úteis para apresentar a operação ao Sistema Brasileiro da Concorrência, composto pela Secretaria de Acompanhamento Econômico, do Ministério da Fazenda, Secretaria de Direito Econômico, do Ministério da Justiça, e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Os especialistas em concorrência dão como certa que o Cade adotará uma medida preventiva: um Acordo de Preservação da Reversibilidade da Operação (Apro). “Quando o Pão de Açúcar comprou o Ponto Frio, não foi necessário um Apro”, afirma uma fonte bastante próxima dos órgãos de defesa da concorrência. “Mas agora é diferente”.

A possibilidade do Apro ganha mais força, quando se considera a estratégia anunciada pelo Grupo Pão de Açúcar para posicionar as duas bandeiras de varejo que passou a controlar. Durante a coletiva de imprensa desta manhã, a empresa informou que pretende fazer uma pesquisa de mercado para determinar em que regiões as marcas Casas Bahia, e Ponto Frio são mais fortes. Naquelas em que prevalecer a Casas Bahia, as lojas do Ponto Frio. serão convertidas para essa bandeira. E vice-versa. A estratégia pretende melhorar o potencial de cada marca nas regiões em que já seja líder. “Justamente por envolver a conversão de lojas, a estratégia anunciada reforça a chance de um Apro”, diz uma fonte bastante graduada do sistema de concorrência.

O Sistema Brasileiro de Concorrência só deverá tomar alguma medida para restringir o poder de compra da nova empresa, se ficar comprovado que ela prejudica os consumidores finais. “A maior preocupação do Cade sempre é preservá-los”, diz Ferrés. Os compradores poderiam ser prejudicados, se, ao pressionar os fornecedores, o Grupo Pão de Açúcar conseguisse reduções tão significativas de preço que poderiam ser repassadas aos seus produtos. Num primeiro momento, os clientes sairiam ganhando, por terem acesso a TVs e refrigeradores mais baratos, por exemplo. Mas, esmagando a concorrência com os preços baixos, poderia haver um momento em que o Pão de Açúcar reinasse sozinho – leia-se, os outros fechariam a porta – em certas regiões. Com isso, ficaria livre para praticar preços mais altos, o que lesaria o consumidor. Por isso, para Del Chiaro, uma boa medida seria incorporar ao Apro uma restrição à junção dos departamentos de compra até que o caso fosse julgado.




Cadê a fumaça?

Para uma fonte graduada do atual sistema de concorrência, a análise vai procurar “sinais de fumaça”. E o cheiro mais forte de fumaça é a possível justaposição de lojas em algumas cidades ou regiões. “A fumaça está na concentração das lojas; é preciso ver onde eles vão ter um mercado relevante em número de pontos-de-venda”, diz a fonte. Mas quem entende do assunto já mostra que a briga será feia para definir o básico: qual é o mercado relevante da Casas Bahia e do Pão de Açúcar? A união das empresas precisa ser analisada em nível local? Bairro a bairro? Por cidade? Por região geográfica ou, pelo porte, até mesmo no âmbito nacional? A tendência, segundo os especialistas, é que a avaliação seja feita por cidades. Mas o assunto é controverso. “Definir o mercado relevante é a parte mais complexa”, diz Ruy Santacruz, ex-conselheiro do Cade. Para ele, o fato de o Pão de Açúcar ter como principal business o varejo de alimentos, e a Casas Bahia, o de eletrodomésticos, complica ainda mais. “São redes com características muito diferentes”.

Definir o mercado relevante é estratégico tanto para o Cade, quanto para os advogados do Pão de Açúcar que defenderão o processo. Isso porque cada opção de mercado relevante pode realçar ou atenuar concentrações locais. Para apimentar ainda mais, há quem defenda a inclusão do mercado de comércio eletrônico como concorrente da Casas Bahia. – o que significaria que o mercado relevante nem passaria pelos canais físicos de distribuição. Outra é o foco de cada rede. Os reguladores já esperam que o Pão de Açúcar adote uma linha de defesa baseada em faixas de mercado. O argumento seria que as duas redes não concorrem entre si, porque o Ponto Frio seria mais focado na classe B, enquanto a Casas Bahia reina nas camadas populares. “Aposto que eles vão por aí”, diz um dos reguladores.

De qualquer modo, se houver restrições ao negócio anunciado nesta sexta-feira, elas recairão provavelmente sobre o número de lojas. “A restrição mais provável, se houver, será a venda de lojas onde houver concentração”, diz uma fonte a par do assunto. A possibilidade mais remota seria determinar a venda da marca Ponto Frio, a outro concorrente. Vender uma marca é uma medida recorrente do Cade. Quando a AmBev foi criada, por exemplo, precisou se desfazer da Bavária. Mas, no atual caso, é improvável que isso ocorra.


Coisas de Arquiteto


Veja esta obra, um arquiteto teve a grande ideia, só que o mesmo não contava com a posição do sol.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Convites Novo Orkut, não caia em farsa!!!


Muitos amigos e colegas ficam me perguntando a respeito do convite para o novo orkut. Alguns informam que estão recebendo um link através de seus emails para que ativem o novo Orkut. Besteira, isto não é verdade. Isto é mais uma forma de roubarem suas informações de seu perfil ou até mesmo infectar com vírus o seu computador.

Deixo aqui a dica, observe na imagem acima no canto direito que haverá um link com o texto "experimente o novo orkut". Pois bem, esta é a única forma de receber o convite para o novo orkut, não existem outras formas.

Alguém que estiver interessado em convite para o novo orkut, me avise que envio o convite.

FGV Oferece Cursos Gratuitos de Tecnologia


SÃO PAULO – A Fundação Getúlio Vargas está oferecendo diversos cursos a distância, incluindo conteúdo na área de gestão e tecnologia da informação.

O conteúdo para a área de tecnologia abrange a gestão da TI, baseada nas estratégias e conceitos, além de técnicas de gerenciamento de projetos. Em metodologia, existe um tópico específico para ciência e tecnologia.

Entre os cursos oferecidos em outras áreas está a Estratégia para Empresas, Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável, Gestão de Custo e Recursos Humanos, por exemplo.


Os alunos deverão ter o Adobe Flash Player 9 instalado em suas máquinas para assistir as aulas, caso contrário não conseguirão visualizar o material disponível.

Para acessar o conteúdo, é necessário clicar na opção de curso desejado e efetuar um cadastro. Caso você não tenha uma conta, será necessário preencher um formulário com dados pessoais, além de responder a uma pesquisa sobre suas expectativas em relação ao curso.

Os alunos cadastrados terão direito a imprimir um certificado de conclusão ao final do curso.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Microsoft já prepara Internet Explorer 9


Se você gosta do Internet Explorer, então vá se preparando, pois a Microsoft anunciou na última quarta-feira, 18, o início do desenvolvimento da versão 9 do navegador.

A novidade foi divulgada pelo presidente da divisão Windows Live, Stephen Sinofsky, em entrevista à revista norte-americana PC World. De acordo com o executivo, a atualização do browser será baseada no padrão HTML 5 e terá melhorias na velocidade de navegação.

Sinofsky ainda adiantou que animações e vídeos serão carregados pelo processamento da placa de vídeo, o que evitará excesso de trabalho no processador principal. A empresa ainda não divulgou quando será o lançamento do navegador.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

DVD de pedra pode durar até 1000 anos


A empresa norte americana Cranberry desafiou a modernidade do Blu-ray e investiu em um novo modelo de DVD, com uma peculiaridade bastante grande: um disco que pode durar até 1000 anos!

O Diamond Disc é feito de “pedra sintética”, que continua transparente após a finalização de sua produção, e pode suportar temperaturas de até 80ºC. Cada unidade do disco custa US$ 35. Um valor justo e acessível se levado em comparação com a qualidade e durabilidade do produto.

Mas o grande segredo está no gravador desenvolvido especialmente para queimar arquivos nesse formato de DVD. O aparelho custa US$ 4.995 e em seu pacote acompanham 150 Diamond Discs.

A Cranberry assegura a durabilidade do DVD e, para quem não quer investir uma grana tão pesada no equipamento de gravação, a empresa grava para o usuário dados no Diamond Disc e envia para a casa do consumidor sem custo adicional. A pessoa apenas deve enviar um DVD convencional com as informações e arquivos que deseja guardar, pagando apenas pela aquisição do disco.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

É o video do ano (para mim é do século , tem que repassar para o Brasil inteiro)


Como uma pessoa pode se contradizer tanto?
Assista ao vídeo e veja a demagogia do próprio político que implantou benefícios para as pessoas carentes e antes de ser eleito ele já sabia que a maioria dos eleitores votavam pensando com a barriga de fome e não um voto consciente partidário.